O templo estava morto.
Ou talvez fosse eu que estivesse mais viva do que nunca.
O clarão roxo que me tomou ainda pulsava em ondas suaves sobre minha pele.
Mas agora, de pé entre os destroços, eu sentia algo além do meu próprio poder.
Algo mais profundo.
Algo que nunca esteve tão próximo.
O vínculo.
Não mais quebrado, não mais sangrando, não mais fragmentado.
Vivo.
O coração de Danilo era uma luz quente dentro de mim, como se batesse ao lado do meu, mesmo a alguns metros de distância.
Eu o