Samantha
A noite parecia mais viva do que o dia. O vento corria entre as árvores do bosque sagrado, carregando um frio úmido que arrepiava a pele, e o céu aberto deixava a Lua cheia ocupar cada canto de escuridão.
Eu treinava sozinha, o corpo ainda marcado pelos símbolos prateados do clã, cada golpe de bastão ressoando como se fosse música para a própria Lua.
Oren havia me deixado ali, pedindo apenas que não me rendesse ao cansaço. Eu não tinha intenção de ceder. A energia que a Lua derramava