— Você não precisa carregar isso sozinha… — o beta falou, apertando levemente o ombro dela. — Todos temos culpa, Camilla… mas também temos a chance de consertar.
Ela mordeu o lábio, o peito apertado, e assentiu com a cabeça.
— Se sobrevivermos… — disse, a voz embargada. — Quero tentar ser diferente, quero ser uma Luna de verdade. Proteger quem precisa… não só servir ao alfa.
Tommy esboçou um sorriso pequeno, cansado, mas sincero.
— Se sobrevivermos… — repetiu, segurando a mão dela, fria e trêmu