A guerra tinha um som próprio, um som que não pertencia a nenhum mundo vivo.
Era o som de ossos se partindo, de carne rasgando, de uivos estourando na garganta e se desfazendo em gritos. Era o baque surdo de corpos sendo arremessados contra rochas e árvores, o arranhar de garras. Era também o som das preces ditas apenas por dentro, dos “não me deixa morrer aqui” engolidos entre uma investida e outra.
A batalha era caos.
Caos absoluto.
A Lua Sangrenta e seus aliados estavam sendo empurrados para