O colar de Atlas pulsava num brilho pulsante, quase vivo, espalhando clarões verdes pelo campo devastado. O eclipse já tomava o céu por completo, tingindo tudo de cinza e vermelho. A poeira, o sangue e a fumaça formavam um véu pesado sobre o campo, e no centro de tudo, a cena parecia saída de um pesadelo.
River, o Supremo, ainda estava transformado, o corpo colossal, coberto de feridas abertas, arfava em silêncio. O peito subia e descia com dificuldade. Os olhos, turvos, oscilavam entre o verde