— Controle-se. — a voz veio firme, mas baixa. — Eu volto.
Soltou meu braço e passou por mim sem esperar resposta. Fiquei parada no corredor, ouvindo o som dos passos dele se afastando, misturando-se à chuva e às vozes distantes. Quando a porta se fechou atrás dele, subi as escadas quase correndo. Tranquei-me no quarto. E pela primeira vez desde que cheguei àquela ilha, tive certeza de uma coisa: não estávamos mais sozinhos.
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Dei voltas peloe quarto sem saber quanto tempo havia passado. Não h