O ar me faltou. Meu estômago se revirou. Fogo na praia… fui eu. Eu que pedi ajuda. Eu que acendi o sinal. E tinha atraído piratas. Meu corpo tremeu de choque, medo e culpa misturados em um nó quase impossível de desatar.
Levantei os olhos e o encontrei encarando-me, a respiração pesada, cada músculo tenso. A raiva irradiava dele, quase palpável, misturada a algo que me fazia tremer, que me deixava completamente vulnerável.
— Você… — a voz dele saiu como um rugido, grave, cortante. — Você quas