Montenegro parou a poucos passos, a luz fraca da lamparina iluminando o rosto dele. Era um rosto que tinha visto batalha, mas não havia dureza ali.
— Senhorita — ele inclinou a cabeça. — Parece que é o destino que nos faz esbarrar… ou dançar agora.
Eu ri, meio nervosa.
— Não culpe o destino. Culpe eles. — Apontei para Clarissa e Thomas, que nos observavam como dois pássaros fofoqueiros.
Montenegro deu a mão.
— Só uma música.
Pensei em recusar. Pensei mesmo. Mas o tambor bateu alto, as pes