Virei-me imediatamente.
Gregory estava parado no meio do corredor, apoiado na muleta de madeira como sempre, a outra mão estendida na minha direção. A expressão dele era séria, mais séria do que eu lembrava ter visto nos últimos meses. A neblina que entrava pelas janelas parecia dramatizar ainda mais o contorno dele: alto, firme, mas com a perna esquerda rígida, marcada por anos de servidão pesada.
Eu forcei um sorriso.
— Não precisa, Gregory. — ergui a mala um pouco. — Eu consigo. Você já t