A noite caiu sobre a mansão com um silêncio estranho, como se até o vento estivesse segurando o fôlego. Luna despertou no meio da madrugada, ainda embriagada pelos momentos intensos que vivera com Leonel horas antes. O corpo ainda latejava, a pele sensível onde os toques dele haviam deixado marcas invisíveis de prazer. Os lençóis guardavam o cheiro dele, misturado ao dela, e por um instante ela pensou em se aconchegar de novo nos braços dele.
Mas algo a impedia.
Um pressentimento pesado, que ap