O amanhecer chegou com uma beleza quase irônica. O céu tingido de dourado contrastava com o silêncio denso que envolvia o chalé. Luna vestia uma camisa larga de Leonel enquanto tomava café na varanda, os olhos fixos no horizonte. O aroma do café recém-passado misturava-se ao ar frio da manhã, criando uma falsa sensação de paz.
Dentro dela, algo havia mudado. O prazer da noite anterior não era apenas físico — era libertador. Pela primeira vez em muito tempo, ela não se sentia refém de sua própri