O som metálico da porta se fechando atrás deles soou como uma sentença. Luna estremeceu. O frio que correu por sua espinha não vinha apenas da brisa que escapava pelas frestas das janelas velhas, mas da sensação de que estavam sendo observados. Leonel girou rapidamente, o corpo em alerta, os olhos percorrendo cada canto do quarto em busca de algo fora do lugar.
Dona Isaura encostou-se à parede, o rosto pálido, os olhos arregalados.
— Como ele… como ele sabia que estávamos aqui? — Luna sussurrou