O silêncio após a declaração de César era espesso, sufocante. Luna sentia o coração bater tão forte que parecia estar em sua garganta.
Leonel, ainda ajoelhado, se ergueu com os punhos cerrados.
— Você devia estar morto.
César arqueou uma sobrancelha, seu sorriso frio se abrindo lentamente.
— E você devia ter ficado longe, meu filho. Mas sangue chama sangue, não é mesmo?
Luna recuou um passo, enojada com a calma do homem à sua frente. Era impossível associar aquele rosto marcado pela idade com o