A porta rangeu com o impacto. Leonel não pensou duas vezes. Entrou no internato com o coração batendo como um tambor.
O ar era pesado, carregado de passado.
A cada passo, ouvia ecos — lembranças que nem eram suas, mas que pareciam querer invadir sua mente.
— Luna! — gritou, a voz reverberando pelas paredes.
Nada.
Avançou mais, os olhos atentos.
Até que ouviu.
— Leonel…
Era fraco. Um sussurro vindo do fim do corredor. Ele correu, virou à direita, e então viu: Luna, ajoelhada ao lado de uma pared