O dia na empresa corria dentro da mais perfeita normalidade. As salas do Grupo Bragança estavam movimentadas, funcionários transitavam entre setores, telefones tocavam sem parar e o som dos teclados era constante. No escritório da diretoria, Luna revisava alguns contratos, concentrada, enquanto ocasionalmente dava uma olhada no celular, sorrindo sempre que recebia alguma mensagem de Leonel, que, embora estivesse em reunião, não deixava de provocar com mensagens sugestivas e olhares discretos.
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