Luna encarava a tela do computador, os olhos fixos no nome Marcos Vidal, enquanto a ficha cadastral da empresa terceirizada se desenrolava diante dela. A foto no crachá era a prova irrefutável: Vinícius Ramos estava ali, debaixo do seu nariz, usando um nome falso, infiltrado na estrutura do Grupo Bragança.
— Precisamos agir com cautela — disse ela a Tiago, que permanecia ao seu lado, tenso. — Se ele souber que foi descoberto, pode tentar sumir… ou pior, pode agir.
Tiago assentiu.
— Já solicitei