— Bom dia, minha luna. — A voz de Selina chega até mim no instante em que eu desço o último degrau da escada para a sala de estar, e um sorriso nasce antes que eu dê o comando para o meu rosto.
“Minha luna”. Eu, definitivamente, poderia passar o resto da vida ouvindo essas palavras.
A mesa já está posta, impecável como sempre, e a governanta me olha com olhos cheios de expectativa. Mas ‘ele’ não está aqui.
Olho em volta e estico o pescoço para alcançar o jardim pelas janelas de vidro, mas só v