— Alina… — murmurou, a voz grave, mas agora mais baixa, quase um sussurro. — Eu não devia ter feito isso, mas... não consigo parar.
As palavras dele eram carregadas de uma verdade crua, e aquilo a deixou ainda mais confusa, mais per-dida. O coração dela batia forte, como se quisesse sair do peito. Tentou desviar o olhar, mas ele a fez en-cará-lo.
— Joaquim, a gente não devia... — sussurrou, tentando recuar, mas as mãos dele a puxaram de volta, os lábios se encontrando novamente, desta vez com