Uma pequena poça de sangue no chão e uma corda cortada foi o único sinal de que alguém estivera ali.
Silêncio novamente.
Mais 24 horas se passaram. Joaquim se manteve acordado, andando pela casa como um espectro. Quando uma nova
mensagem finalmente chegou às 6h21 da manhã seguinte, ele já estava esperando.
“O ponto do último encontro será enviado em breve, aguarde instrução. ”
Desta vez, a foto mostrava Alina deitada em um colchão velho, desacordada. Um corte no supercílio, sangue novo
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