Ando ao lado de Kobayashi, passos lentos, sentindo o peso das palavras de Isabela ainda pulsando na minha mente. O corredor é um túnel frio, silencioso, exceto pelo murmúrio abafado que escapa de portas entreabertas. Não trocamos uma palavra. Não sigo para a sala de observação como deveria. Não agora.
Preciso de ar. Preciso pensar.
Desvio para o lado oposto, sozinho, ignorando o burburinho distante. Cada passo é acompanhado pela mesma pergunta, martelando sem piedade: Que projeto é esse? Raul e