O som do despertador me acorda.
Desperto lentamente com os raios de sol atravessando a cortina semiaberta e iluminando o quarto. Eva não está, mas os lençóis ainda carregam o perfume dela. O ambiente permanece o mesmo — os móveis de madeira escura, o papel de parede sóbrio, as roupas jogadas sobre a poltrona florida — mas algo me parece diferente. Uma ausência sutil, um vazio difícil de nomear. Talvez seja a falta da presença dela.
Me viro na cama e meus olhos encontram a pasta do Da Vinci, ex