O sol não nasceu para Brianna naquela manhã.
A penumbra do quarto ainda dominava o espaço, como se o tempo houvesse parado logo após a última respiração ofegante da noite anterior. Ela despertou lentamente, envolta em lençóis amassados, o corpo ainda quente do toque de Klaus. Cada centímetro da pele parecia carregar a memória do desejo contido — do quase — do instante suspenso entre rendição e medo.
A lareira havia se apagado, mas o calor persistia, como se as chamas estivessem gravadas sob sua