Joana saiu da festa descontrolada, os saltos batendo no chão como marteladas. Os olhos vermelhos, a maquiagem borrada pelo calor da raiva.
— “Ela vai me pagar! Vai me pagar caro por me bater! Aquela… aquela vagabunda vai se arrepender do dia em que nasceu!” — vociferava, com a voz embargada de ódio, enquanto Emilio tentava alcançá-la.
— “Chega, Joana! Chega!” — disse Emilio firme, puxando-a pelo braço antes que ela saísse gritando mais alto para todo o condomínio ouvir. — **“Você perdeu complet