Bruno desceu as escadas da casa de Rafaella com um sorriso disfarçado no rosto. O envelope entregue era mais do que um auxílio — era um passe de entrada na confiança dela. Ele sabia que Rafaella estava fragilizada, pressionada, afastada da delegacia e sem Santiago por perto. Era o momento perfeito para se aproximar, tornar-se necessário, tornar-se presente... e, aos poucos, dominar o espaço que Santiago havia deixado.
— "Ela vai confiar em mim... vai depender de mim. E quando perceber, será tar