O carro parou bruscamente. As portas se abriram. Isadora, com a cabeça coberta por um saco preto e os braços presos para trás, era arrastada para fora. O salto quebrado, a maquiagem borrada de choro. Ela tremia, sem entender o que estava por vir.
Seus pés afundavam na terra batida, o cheiro de mofo e óleo invadia suas narinas. O som de portas de ferro rangendo ecoava pelo galpão isolado, no meio do nada.
Os capangas a empurraram para dentro. O saco foi arrancado de sua cabeça. Seus olhos, sensí