O quarto estava mergulhado numa penumbra suave, iluminado apenas pela luz âmida que escapava pelas frestas das cortinas. Santiago tinha preparado o banho com cuidado, e agora, debruçado sobre a banheira, passava com delicadeza uma toalha morna pelos ombros molhados de Rafaella.
Ela estava de costas, com os olhos fechados, sentindo o carinho das mãos do homem que ela amava. Santiago então deslizou as mãos pelo ventre dela, parando ali com reverência. Encostou os lábios suavemente na pele quente