Bruno estacionou seu carro a alguns metros da casa de Rafaella. Observava em silêncio, com o sangue fervendo, mas os olhos atentos.
Foi então que uma caminhonete branca dobrou a esquina e parou em frente à casa. Bruno reconheceu o veículo imediatamente. Santiago.
Antes mesmo que a porta do carro abrisse, Matheus saiu correndo pelo quintal, pulando os degraus da varanda com os braços abertos.
— “Papai! Papaaaai! Você chegou!” — a voz infantil de Matheus ecoou pelo condomínio, alta, feliz, inconf