A porta se fechou suavemente atrás de Santiago. Ele caminhou devagar com Rafaella em seus braços até a cama, a deitou com delicadeza e a cobriu com um lençol leve.
O quarto tinha uma luz suave, as janelas entreabertas deixavam entrar o vento da noite, trazendo o cheiro do campo misturado com o perfume das flores do jardim. Era um cenário de paz, de lar.
Santiago se sentou ao lado dela e acariciou sua mão.
— Está confortável assim?
Rafaella assentiu, com um sorriso tímido.
— Muito... só estou um