Rafaella ainda estava pálida. A leve tontura havia passado, mas um desconforto no estômago a incomodava. O chá que a empregada lhe trouxe — à pedido de Antonella — tinha um cheiro adocicado demais, e ao dar o primeiro gole, sentiu um embrulho forte.
— Não... melhor não — murmurou, deixando a xícara na bandeja.
Levantou-se devagar, ajeitando a camisola e o robe, e desceu as escadas com passos suaves. Ao se aproximar da sala, ouviu risos baixos e a voz de Antonella mais uma vez com um tom forçado