BEIJO

A porta bateu com força.

O silêncio que se seguiu era tão denso que parecia gritar.

Bruno ainda permanecia de pé, com os olhos fixos na entrada por onde Rafaella havia passado apressada. A respiração dele estava pesada, o peito subia e descia num ritmo furioso, como se contivesse uma explosão por dentro.

Izadora, ainda transtornada, protestava com lágrimas falsas:

— “Você vai deixar ela te virar a cabeça desse jeito, Bruno? Eu estou aqui! Sempre estive!”

Bruno se virou devagar, os olhos sombrio
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