O portão lateral da Instituição Sombras de Esperança se fechou com um clique discreto. Tiza ajustou o sobretudo claro sobre os ombros. O dia fora longo, cheio de atendimentos a jovens ômegas recém-chegadas, algumas ainda com o cheiro do abandono impregnado na pele.
Ela já estava a caminho da garagem subterrânea quando sentiu.
Aquela presença.
Parou. O perfume, amadeirado, não era uma lembrança — era um aviso.
— Tão nobre, ajudando mães sem matilha... — a voz veio das sombras, com aquele tom unt