A mansão estava mergulhada em penumbra quando Narelle chegou. O corredor principal, ladeado por colunas de pedra, parecia ainda mais frio do que na noite em que ela partira. Cada passo ecoava como um lembrete de tudo o que haviam construído — e tudo que agora parecia prestes a ruir.
Ela largou a bolsa sobre uma poltrona e respirou fundo, tentando ignorar a dor que latejava em cada músculo. Ainda podia sentir Kael nela. O cheiro dele, o peso dele, como se tivesse sido gravada por dentro e por for