A estrada até a serra parecia interminável, cercada por árvores que se fechavam sobre si mesmas como se quisessem engolir o carro. Kalil dirigia em silêncio, a mão firme no volante, o olhar fixo à frente. Zarah, ao lado, deixava a cabeça encostada no vidro, observando o reflexo do próprio rosto misturado às sombras do caminho.
— “Você ainda não me disse o porquê de me trazer aqui,” ele murmurou, quebrando o silêncio.
Ela virou o rosto, um sorriso enviesado nos lábios.
— “Porque você precisa lem