O apartamento estava em silêncio. O tipo de silêncio que não conforta — que aperta o peito e faz a mente gritar.
Zarah sentou-se no chão da sala, de costas para o sofá, as pernas dobradas, o olhar perdido na janela. O céu escuro parecia pesar sobre a cidade, e ela sentia como se carregasse o mesmo peso nos ombros.
Kael tinha ido embora há poucas horas, mas sua presença ainda estava ali. No lençol amassado, no cheiro dele que se misturava ao seu próprio perfume, no calor que teimava em permanece