A mansão na encosta parecia viva, pulsando ao ritmo das batidas graves que tremiam o chão. Lobos de todos os cantos da cidade chegavam em carros de luxo, envoltos em vestidos justos, camisas abertas, olhos predadores. A festa de Rhaek não era uma simples celebração — era um ritual de domínio.
Narelle hesitou nos degraus de entrada. O convite chegara em uma caixa preta, com seu nome gravado a ouro. Não havia sido um pedido. Era uma convocação.
— Pensei que você tivesse bom senso — murmurou Kael