RENZO ALTIERI
O helicóptero pousou no heliponto como um demônio alado retornando ao seu ninho. O som das hélices cortava o céu com agressividade, mas já não me afetava. Eu estava acostumado com guerras, sangue e silêncio forçado. Mas agora, o que me fazia tirar o fone e soltar o cinto com pressa era outra coisa. Era o que me esperava do lado de fora.
Abri a porta com um estalo seco, o vento da hélice bagunçou meu sobretudo preto, e o calor de Verona invadiu a aeronave como um lembrete de que e