TARYN
— Você odeia Caius — digo, de repente.
Ele demora a responder, observando-me com os olhos carregados de irritação.
— Eu não dou a mínima para aquele homem. Odeio o que ele representa.
— E o que é isso?
Ele inclina levemente a cabeça.
— Tudo o que me foi negado.
Silêncio.
— Tem mais alguma coisa — digo.
Os olhos dele deslizam até mim.
— Sempre há, princesa.
Paramos diante da porta.
Minha bela prisão.
Ele se aproxima. Perto o suficiente para que eu sinta o calor do seu corpo.
— E você? Já c