TARYN
No terceiro dia, eu já havia contado todas as pedras da parede.
Duas vezes.
Talvez três.
A cela não era exatamente uma cela.
Era um quarto antigo.
Grande.
Cheio de livros.
Com uma cama confortável e comida quente.
Mas ainda tinha uma porta trancada.
E guardas do lado de fora.
Então, para mim, continuava sendo uma cela.
Eu estava sentada no chão quando a fechadura girou.
Nem me dei ao trabalho de levantar os olhos.
— Finalmente.
A porta se abriu.
Passos familiares atravessaram o cômodo.
—