No Nome da Verdade
A aurora que desponta sobre São Paulo traz consigo um rumor diferente:
Não mais o sussurro do pânico da véspera, mas o burburinho determinado de gente que decidiu lutar.
Os portões da Fundação Vasconcellos abrem-se cedo, e voluntários chegam carregando garrafas de água, caixas de mantimentos e cartazes onde se lê:
“A saúde é de todos”
e
“A verdade não explode”.
Na sala de crise, Caleb encara um telão que exibe linhas de código congeladas, última lembrança do dispositivo