Ele a puxou para o escritório no andar de cima do hotel.
— Não podemos… eu não posso fazer isso — ela dizia, relutante, a voz trêmula.
Ele a segurou pelo pescoço, pressionando-a contra a parede, mãos firmes prendendo cada movimento. Olhando fundo em seus olhos, disse:
— Você é minha. Onde, quando e como… quem decide sou eu.
O calor do corpo dele, a intensidade do olhar, o som da própria respiração dela criavam um silêncio carregado de desejo e dominação. Cada segundo parecia elétrico, i