Adan
Deitado no chão, ele colocou a ponta do dedo no meio de sua testa.
— Aqui, presidente — falou baixo e sorriu.
O maldito risinho debochado e covarde. Minha pele esquentou enquanto eu o encarava mais uma vez recordando daquele maldito vídeo que queimava meu cérebro diariamente.
— Você não é... capaz — disse ao tentar se levantar.
E como se meu dedo tivesse tomado a decisão por mim, o gatilho foi apertado. Seu corpo terminou de se deitar no chão branco. O sangue escorreu em abundância de sua