Cap.186
Pov selene
O carro era uma urna de vidro e aço, levando-me inexoravelmente para o centro da teia. O motorista, como um fantasma ao volante, era a última extensão do controle de Omar. Eu sabia que não podia desviar, não podia pedir para ir a um hospital, a uma delegacia, a qualquer lugar.
Além disso, acabei percebendo que estava sendo escoltada por mais dois carros. Mas eu sabia que eles ainda não tinham ligado para Omar. Ainda bem que pensei nisso antes de sair; caso contrário, já teria