O carro de Eduardo desapareceu pela estrada de serviço antes que alguém pudesse alcançá-lo.
Augusto permaneceu diante da Fazenda Villagran, imóvel na cadeira, encarando o ponto onde as lanternas traseiras haviam sumido.
— Ele levou minha mãe — disse.
Helena ainda segurava o envelope aberto.
A primeira frase continuava diante de seus olhos:
“Augusto Villagran não é o nome do homem que vocês pensam conhecer.”
Abaixo, havia outra linha, parcialmente destruída pelo fogo:
“O nome que lhe deram perte