Alexandre permaneceu imóvel.
— Eu?
Artur sorriu.
— Você foi o primeiro.
Amália avançou, tomada pela raiva.
— Você o tirou dos meus braços.
— Tirei porque precisava de um menino.
— Ele era meu filho.
— E eu precisava de um herdeiro.
Alexandre sentiu o rosto perder a cor.
— Você me roubou para me transformar em Villagran?
— Não. Eu roubei você porque ninguém sentiria falta de um bebê sem nome.
Amália fechou os punhos.
— Eu sabia que tinha dado à luz dois filhos. Você disse que o segundo havia mor