A figura permaneceu entre as ruínas.
A fumaça se movia ao redor dela, revelando e escondendo seu rosto. Artur estava ao seu lado, segurando-lhe o braço. Não parecia ameaçá-la. Parecia protegê-la.
Alexandre deu um passo.
— Mãe?
A mulher ergueu os olhos.
Seu rosto era mais velho que na fotografia, mas não havia dúvida. Os olhos eram os mesmos.
Ela levou a mão à boca.
— Alexandre…
O som do nome fez o rapaz parar.
Helena segurou seu braço.
— Não vá sozinho.
Artur sorriu.
— Ele sempre foi impulsivo.