172

O recém-nascido abriu os olhos.

Eram claros, quase prateados.

Celina apertou-o contra o peito.

— Ele está acordado.

O bebê começou a chorar.

O som se misturou ao ruído das paredes ruindo e ao vento que atravessava as ruínas da Fazenda Villagran.

Artur olhou para a criança.

— Entregue-o.

Celina recuou.

— Não.

— Ele é o verdadeiro Artur Villagran.

— Ele é um bebê.

— É um nome.

Alexandre segurava a certidão com as mãos trêmulas.

— O nome não dá a ele o direito de ser usado por você.

Artur apontou
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