O recém-nascido abriu os olhos.
Eram claros, quase prateados.
Celina apertou-o contra o peito.
— Ele está acordado.
O bebê começou a chorar.
O som se misturou ao ruído das paredes ruindo e ao vento que atravessava as ruínas da Fazenda Villagran.
Artur olhou para a criança.
— Entregue-o.
Celina recuou.
— Não.
— Ele é o verdadeiro Artur Villagran.
— Ele é um bebê.
— É um nome.
Alexandre segurava a certidão com as mãos trêmulas.
— O nome não dá a ele o direito de ser usado por você.
Artur apontou