Bastou a ideia de Mariana estar ali para meu bom humor ir embora quase que instantaneamente.
Embora não houvesse nenhum conflito real entre nós e eu nem conseguisse sentir ódio dela, simplesmente não rolava simpatia.
Era só pensar nela que minha paciência sumia.
Fiquei parada no jardim, indecisa quanto a entrar em casa ou simplesmente dar meia-volta. Afinal, aquele lugar pertencia a George e, se Mariana estivesse ali, era lógico que ela seria a verdadeira dona, enquanto eu não passava de uma