No instante em que ele começou a tirar minha roupa, o empurrei mais uma vez.
— Você pode transferir o dinheiro para mim agora? — Minha voz saiu baixa, tentando esconder o nervosismo.
— Eu transfiro daqui a pouco... — George sussurrou, colando os lábios no meu ouvido, com a voz rouca. — Não vou te passar a perna.
Sabia que ele era de palavra, mas o tempo parecia correr cada vez mais rápido para mim.
Insisti, pressionando o ombro dele de leve, praticamente suplicando:
— Por favor, faz isso agora.