"Ele não me odeia? Não deseja que eu morra? Não me vê apenas como uma ferramenta para satisfazer suas necessidades físicas? Então, por que ele se ajoelharia por minha causa?"
Minhas lágrimas caíram imediatamente como um colar de pérolas rompido, escorrendo sem parar.
Nos meus ouvidos, a risada arrogante e perversa de Bruno ecoava.
Aquele riso agudo e estridente fazia meus tímpanos zumbirem, e minhas têmporas latejarem incessantemente.
Chorando, gritei com fúria para George:
— Levanta! Levanta, p