— Hã? Eu não tinha nenhum propósito. — Respondi por instinto.
Mal as palavras saíram da minha boca, os dedos dele se apertaram ainda mais.
Tentei afastar sua mão, desconfortável:
— George, não faz isso... Se tiver algo para dizer, a gente pode conversar.
— Conversar? E para quê, se você não me diz a verdade? — Resmungou com frieza.
Lambi os lábios, tentando me explicar com dificuldade:
— Não é que eu não queira falar a verdade, é que... Você não acredita.
— O que você diz parece mentira contada